domingo, 20 de março de 2011

Terapias Breves


Há várias coisas (não todas) em que eu e o porco do Sousa Tavares estamos de acordo, eu como ele, gosto das coisas boas da vida: comida, bebida, "gajas" (perdoem-me, mas é para simplificar), viagens. Cigarros e charutos não, porque não fumo há trinta anos. Mas entendo-o. Não entendo é o seu carácter de biltre, canalha e verdadeiramente cobarde. Canalha, biltre e alarve porque diz alarvidades e mentiras com a maior dar desfaçatezes possível; cobarde porque invectiva todos de "cobardes", mas nunca se expõe verdadeiramente, fala por detrás de um "nome" dinástico (beneficiando dessas coisas "à portuguesa" que diz abominar) e de uma tribuna a que esse nome lhe dá "direito" como uma "gazua" social. Já repararam que o "Expresso" nunca publica nenhuma resposta ou contestação, por hiperfactual que seja, aos vómitos deste palhaço.
Os seus "critérios" de valoração dividem-se entre os que lhe servem e, por isso, são "bons " e os que não lhe servem e, por isso, são "maus". Por exemplo: a taxa de alcoolemia, a lei do tabaco, a lei da caça e o limite de velocidade são "maus", porque ele gosta da "pinga" (e isto é, obviamente, um eufemismo, só quem não se lembra das suas prestações na TVI, com a voz tão entaramelada que não se percebia patavina), gosta de sujeitar os outros ao seu fumo "soberano", gosta de matar bichos (ou não fosse ele o "Bichano", filho do "Tareco") e gosta de "pisar a tábua" quando "voa" para o Algarve, esse "locus infectus" que diz abominar, mas de que passa a vida a falar. Aliás como dos professores - tema tão obsessivo, que nem que esteja a perorar sobre a "lei da teoria velha", lhe merece sempre uma alusão depreciativa.
É um caso mental e como para grandes males, grandes remédios, impõe-se uma terapia clássica. Assim uma lobotomia à Egas Moniz ou um enxerto de porrada à antiga portuguesa. Afinal, na linguagem da organização do "Grande Educador" onde militava, com denodo, o actual presidente da Comissão Europeia - o "justo correctivo"!

Um comentário:

António Costa disse...

Vou mais pela segunda, a primeira tem o inconveniente de poder ser feita num qualquer hospital publico onde tiraria a vez à sala de operações para alguém que realmente precise do SNS, desculpa uma pergunta, isto o (SNS) ainda existe?
Tenho andado ocupado e já não sei o que existe...